sábado, 7 de março de 2009

A dengue e o meio ambiente: o que fazer?

















(As imagens acima foram capturadas nos dias 06, 07 e 08 de março de 2009 - (sexta-feira, sábado e domingo), na cidade de Esteio/RS.)

A dengue é uma doença infecciosa aguda, febril, causada por um vírus e transmitida de uma pessoa a outra pelo mosquito Aedes aegypti contaminado, mas apenas pelo mosquito infectado, que é encontrado até em ambientes domésticos e põe seus ovos em recipientes com água parada.

A “sorte” dos esteienses é que nos lixões de Esteio não faltam imundícias e porcarias. As águas são paradas, mas bem sujas, podres com matérias fecais, dejetos em decomposição, gêneros alimentícios deteriorados e animais mortos, colaborando para que os lixões de Esteio sejam extremamente fétidos, infectos, contaminados e malcheirosos. A situação é tão horrorosa que até o Aedes aegypti não aguenta o fedor.

O danado do mosquito infecta-se picando uma pessoa já com dengue e que apresenta viremia (multiplicação do vírus no sangue). Segundo alguns especialistas, a viremia está presente cerca de dois dias antes do início da febre, e prolonga-se por cinco dias após o início desta.

Para se evitar epidemia da dengue é fundamental que o Poder Público e a comunidade esteiense acreditem que depende principalmente deles o extermínio do mosquito, que se reproduz dentro de casa, em água parada e até nos lixões (sic...). Devemos ter o maior cuidado com pneus velhos, objetos abandonados nos lixões, depósitos de sucatas, vasos de plantas com água, sem falar no laguinho artificial em baixo da rampa de acesso ao Paço Municipal Clodovino Soares - prédio da prefeitura de Esteio - que deverá receber cuidados constantes.

A Secretaria de Saúde, o pessoal do controle de Endemias, Meio Ambiente, Comunicação e outras do município, deveriam unidas realizar mobilizações contra a dengue. Assim o Poder Público Municipal teria maior contato e direto com cada morador da cidade, para que estes possam se unir contra uma doença que vem matando pessoas em todo o País, mostrando que a dengue é problema de todos e que elas podem estar convivendo com o mal dentro de suas próprias casas. A iniciativa visaria o fortalecimento da conscientização das pessoas que residem em Esteio para o perigo da doença.

Mais do que prevenir, o importante é partir do sentido da educação. Afinal, Esteio não é mais uma “Cidade Educadora?” A mim me parece que a informação e a educação é o principal meio de prevenir e erradicar o Aedes aegipty e as caminhadas do pessoal da prefeitura pelo município, conscientizando a comunidade para não abandonar o lixo nas áreas públicas e do perigo que isto representa. A limpeza geral da cidade é uma das formas efetiva no combate da dengue.

A Intensificação da limpeza do município de Esteio por parte da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana, com orientação das Secretarias de Saúde e Meio Ambiente reduziria o perigo da dengue e realizando um intenso e permanente trabalho na remoção do lixo das residências, estabelecimentos comerciais e vias públicas de uma cidade estaríamos ajudando a prevenir futuros casos de dengue e outras doenças.

Além da retirada de todo o lixo orgânico espalhado pelo município (e não é pouca coisa), outro serviço importante é a limpeza das ruas, bueiros, recolhimento de pneus velhos, principalmente os que estão abandonados na via pública, varrição, roçagem, retirada de galhadas e de conscientização da comunidade referente aos problemas do meio ambiente e limpeza dos seus próprios terrenos.

É necessário que a população ajude na manutenção da beleza da cidade, mas a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana também teria que fazer a sua parte e produzir um calendário de limpeza e recolhimento de lixo que constantemente deveria ser divulgado na imprensa, orientando a comunidade que o lixo e as galhadas não podem ser colocados em frente às casas após a passagem dos caminhões de recolhimento da prefeitura. A Secretaria de Comunicação do município deveria divulgar onde será feita a limpeza e a população receberia um número de telefone para ligar gratuitamente para Central de Atendimento da Prefeitura e receber maiores informações.

Em minha opinião, funcionários da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Esteio deveriam exercer o seu poder, garantindo controle da poluição, principalmente, da água nos nossos arroios rede de esgotos, coleta, transporte e disposição final do lixo, que (a bem da verdade), por aqui enfrentamos sérios problemas nas condições do nosso meio ambiente urbano, a fim de evitar a degradação ambiental, como vem acontecendo, com os depósitos irregulares e “clandestinos” de lixo, espalhados por toda a cidade e, se for o caso, ampliar radicalmente a fiscalização e aplicar aos infratores as penalidades já previstas na legislação vigente. Do jeito que está não é possível continuar e para melhorar, lei é o que não falta, mas é necessário competência e muito trabalho.


sexta-feira, 6 de março de 2009

Matilha circula em Esteio
















Ultimamente os mamíferos carnívoros esteienses andam em grupos perambulando por todo município "caçando" alimentos. Os cães esteienses, normalmente, procuram solucionar o problema de fome, nos lixões espalhados por toda a cidade, na maioria das vezes comendo restos de alimentos deteriorados e contaminados e depois ficam por aí colocando a saúde pública em risco, sem serem molestados, é claro.

O problema dos cães de rua em Esteio está se agravando dia-a-dia e a comunidade não está percebendo nenhuma atitude positiva e concreta da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, para solucionar o problema. Até quando, hein?

Cheiro de "gato" prenuncia um mal para alguém





Uma “instalação” elétrica, digo, “gambiarra” em pleno passeio público, na cidade de Esteio, impressiona todos pedestres que passam por ela. Fios ligados na rede elétrica descem pelo poste, soltos em cima do asfalto e parte da calçada desaparecem no interior da terra, é prenúncio ou indício de que alguma coisa temível ou desagradável poderá acontecer, principalmente em um dia de chuva quando o perigo de um curto-circuito é ainda maior.
A “cara de pau” do autor da “engenharia” produz sensação de estranheza, mas o que mais chama a atenção de todos é que a “rede elétrica” está lá, intocável, por vários meses.
Será que as autoridades responsáveis estão esperando que uma ou mais pessoas sejam eletrificadas?


É fogo!




Uma camioneta marca Volkswagem, modelo Kombi, da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Esteio pegou fogo (hoje 06/03/09), ficando parcialmente destruída, causando prejuízo aos cofres municipais. Comentam que o veículo teria retornado recentemente de uma revisão mecânica (na oficina mecânica, aquela em que os veículos aguardando conserto, ficam estacionados na via pública).
A prefeitura tem um grande número de automóveis e camionetas, mas caminhões e máquinas que são necessários para prestação de serviços o número é bem reduzidos e muitos veículos necessitam de manutenção. Constatamos visualmente que alguns veículos estão estacionados sem condições mínimas de trafegar, outros transitam diariamente pela cidade com sérios problemas mecânicos; folga no setor de direção, freios precários e pneus em mau estado, entre outros...

Perigo !


A rede elétrica com fios energizados, dizem de alta tensão, estão causando pânico nos moradores da Vila Barreira, principalmente nos dias de chuva e temporais, liberando chispas, fagulhas, centelhas de partículas que saltam com o atrito, quando a rede elétrica entra em contato com uma árvore, plantada bem na entrada da vila. Segundo alguns moradores da Barreira , enquanto os responsáveis pela poda da árvore não cumprirem o seu dever, o fenômeno luminoso que acompanha a descarga elétrica durante a agitação violenta da atmosfera, acompanhada de chuva, vento, granizo ou trovões, continuará oferecendo perigo aos esteienses, que residem ou passam por lá.

Que horror!













Já estamos no mês de março e as Secretarias Municipais do Meio Ambiente e Limpeza Urbana da Prefeitura de Esteio ainda não resolveram definitivamente o problema do sistema de coleta de lixo na cidade, impedindo o aparecimento dos lixões, acabando com essa crueldade que fazem aos seres humanos, cães, gatos e cavalos. Até quando isto vai continuar?

Inúmeras vezes a vizinhança da Vila Barreira já reclamou na prefeitura e o máximo que conseguiu foi promessas. O lixo, que só aumenta, continua ali. A presença de ratos, baratas, mosquitos, cães, gatos e cavalos comendo restos de alimentos estragados, podres e contaminados (patógeno, digo, capaz de produzir doenças) nas barreiras não são raros. Agora, pessoas pobres que vivem por lá, sem a menor proteção procuram alguma coisa no lixão, em contato com cachorros e galinhas em decomposição, alimentos deteriorados, em um ambiente fétido, malcheiroso, infecto e contaminado (Fotos obtidas hoje dia 06/03/2009). É UM HORROR!

Olhem as fotos dos meses de janeiro e fevereiro/2009. Cavalos disputando lixo com cães... e agora, infelizmente com seres humanos. É o fim!

Considerando a gravidade do problema que se agrava a cada dia, os esteienses aguardam uma solução URGENTE do prefeito Gilmar Rinaldi (PT). E os moradores das imediações do lixão “clandestino” desde já agradecem!

Esperando sentado

Segundo um morador da casa 94, rua "L" da Vila Barreira, faz mais de três meses que ele espera (sentado), pelo pessoal do serviço de limpeza urbana da prefeitura de Esteio para recolher o lixo que ele deixou devidamente ensacado, em frente da sua residência.
O pessoal da vila Barreira, na sua maioria são operários que vivem modestamente e alguns em extrema miséria, mas nada impede que muitos respeitem o meio ambiente.
Os esteiense ficam preocupados e descrentes quando os moradores da vila fazem a parte deles e o poder público não cumpre com a sua obrigação. É responsabilidade e dever da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana recolher o lixo, mesmo em uma área territorial onde residem pessoas pobres que não podem pagar o IPTU, pois estará evitando a proliferação de doenças graves. As Secretarias Municipais do Meio Ambiente, Saúde, Assistência Social e Obras de Esteio, um dia destes, deveriam dar uma passadinha por lá, constatar os sérios problemas que existem e, se possível, auxiliar aqueles esteienses menos favorecidos.