domingo, 5 de abril de 2009

Sanitários públicos em Esteio: É uma V-E-R-G-O-N-H-A!

























O Clíck, na última sexta-feira, dia 04 de Abril, registrou que os sanitários públicos em duas praças esteiense estão completamente abandonados. Um fica defronte a Escola Municipal Fogaça, o outro na maior, mais importante e mais suja praça da cidade, defronte a Igreja Matriz Coração de Maria. É impossível adentrar em qualquer um dois sanitários sem sujar os sapatos com urina e fezes. Um dos sanitários virou dormitório para mendigos, homens e mulheres que estão dormindo no local, fazendo suas refeições e necessidades no chão, no outro é impossível adentrar. Os dois servem para o tráfico e uso de drogas entorpecentes.

É uma pouca vergonha para uma cidade do porte de Esteio que ainda existam sanitários públicos, no centro da cidade em tamanho estado de abandono. Os sanitários das praças públicas de Esteio são extremamente fétidos, infectos, contaminados e malcheirosos. A situação é tão horrorosa que até gambá e zorrilho não agüentam o fedor.

A pessoa que procura os sanitários das praças esteienses para poder fazer suas necessidades fisiológicas, encontra os prédios interditados pela grande quantidade de lixo, com cheiro horrível e insuportável. Segundo denuncia um morador das imediações: “Os sanitários não existem e as pessoas procuram outro local. O mais comum é fazer as necessidades atrás do prédio ou em qualquer lugar, até nos muros de nossas casas”, conclui.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Buracos na rua e perigo para motoristas






































As ruas de Esteio estão cheia de buracos, como revelam as fotos. Os desníveis estão causando acidentes devido a grande circulação de veículos.

Está na hora de a Secretaria Municipal de Obras olhar um pouco para a nossa cidade.
Agora com a suplementação de verbas aprovada pela Câmara de Vereadores, deveria mobilizar várias equipes de funcionários para reparar o grande número de buracos que se abrem diariamente na maioria das ruas e avenidas da cidade.

Em alguns locais os moradores temem que os pavimentos de asfalto na superfície das ruas se soltem e formem aberturas ainda maiores. A fim de amenizar o problema os esteienses colocam taboas, pneus e galhos de árvores dentro dos buracos para alertar pedestres e motoristas.

Agora com a chegada do inverno, época de chuvas, a comunidade sempre volta a conviver com os problemas ocasionados pelo aumento dos buracos que se multiplicam nas ruas, com os afundamentos nas pistas e o mato cobrindo a maioria das áreas das praças e dos passeios públicos.

As ruas e avenidas de Esteio são consideradas como uma “colcha de retalhos”, devido aos vários buracos e desníveis de pista exigem atenção dobrada dos motoristas que, podem ter o pneu do carro furado, a roda amassada, a suspensão quebrada e, em casos mais graves, até mesmo sofrer um acidente. É necessário ter muita paciência, atenção e muita tolerância neste período de chuvas, cujos buracos e remendos de asfalto na pista, em Esteio parecem ser um problema sem solução.

As ruas em Esteio encontram-se comprometidas pelas trincas, buracos ou "panelas", que são causados por infiltração da água, desagregação do material sob ação do tráfego de veículos, a diminuição gradual da resistência do asfalto, falta de drenagem de águas pluviais, e abertura de valos para ligação de redes dágua e esgoto que causam danos na direção, silenciador, cano de escapamento quebrado e desalinhamento das rodas e corte dos pneus dos veículos.

Há muitos anos que as nossas antigas ruas não recebem um novo revestimento asfáltico, por que os governos esteienses sempre optaram pela operação "Tapa Buraco". A situação poderia ser pior se a base do asfalto antigo não fosse de calçamento de pedra irregular. O que a maioria dos esteienses não compreendem é o descaso do governo com a conservação das ruas e avenidas do município.
O problema referente à pavimentação das ruas no centro da cidade e bairros, continua gerando muita reclamação por parte dos moradores e motoristas que transitam pela cidade. Numa primeira matéria postada aqui em nosso “Clíck” há algum tempo, mostramos a através das fotografias a necessidade de se melhorar a pavimentação asfáltica das ruas, mas até o momento nenhuma providência foi tomada, o que tem feito à situação piorar á cada dia.

Agora, a esperança dos esteienses é que a Prefeitura de Esteio possa resolver o problema antes que as ruas e avenidas do município fiquem completamente intransitável.

Dia e noite: empilhadeira na contramão.













O operador de uma máquina empilhadeira trafegou por vários minutos na contramão, saiu da Rua Rio Pardo entrando na Presidente Vargas, principal avenida de cidade de Esteio, nas proximidades de um grande supermercado. O operador, imprudentemente conduziu o veículo carregado de paletes (plataformas de madeira sobre a qual se empilha carga) na contra mão várias vezes, em dias diferentes (foto à noite dia:12/Março/2009), colocando em risco a vida de vários outros condutores de veículos que trafegavam corretamente pelo local.

O trânsito da avenida principal de Esteio, embora esteja sem fiscalização de trânsito, está com a sinalização em perfeito estado, de modo que a opção do demandado em ingressar na contramão da pista, configurou infração às regras de trânsito, a ele impondo-se atenção redobrada, imprudência e negligência.

A impunidade serve para nos levar a uma reflexão de como é usada a empilhadeira nas urbes brasileiras. É interessante e triste perceber que o uso da máquina como transportadora de materiais na via pública ainda está distante de ser levada a sério por algumas empresas na nossa cidade. No perímetro urbano de Esteio, questão é fechada - a empilhadeira é um veículo como outro qualquer e pode andar na sua contra mão de direção, impune e imprudente colocando em risco a segurança de todos.

Desse modo, o operador imprudente deveria assumir atitude responsável no momento de encarar o trânsito na via pública, mesmo que por um curto trecho. É sempre bom lembrar que o comportamento de todos os motoristas no trânsito é importante para que o uso dos veículos automotores.

Portanto, em ruas, avenidas ou estradas de Esteio, com automóvel, caminhão, moto, bicicleta, empilhadeira ou qualquer outra máquina, é importante trafegar sempre na mão de direção, andar sempre na direita.

Pára-raios da Escola Érico Veríssimo não funciona?








Nos dias de chuva com ventos e a possibilidade da ocorrência de raios, estudantes, professores e demais funcionários da Escola Municipal de Ensino Fundamental Érico Veríssimo de Esteio estão expostos ou sujeitos ao perigo de serem atingidos por raios.

Alguns pais de alunos estão assustados com o risco de uma ocorrência de raio na escola, porque há poucos dias, um raio caiu sem chuva nas imediações. Infelizmente nenhuma pessoa foi atingida pela descarga elétrica, mas vários aparelhos elétrico-eletrônicos foram danificados.

Considerando a estatística é improvável que um raio caia duas vezes no mesmo lugar de acordo com o número de pontos onde ele pode cair, em relação a toda imensidão da terra. É como dizer que uma pessoa não pode ganhar na loteria mais de uma vez, com apenas duas tentativas. É muito improvável, mas não totalmente impossível. Considerando que até o presente a escola não foi atingida, o perigo é eminente.

Segundo especialistas o Brasil é um dos países que mais recebem raios (cerca de 100 milhões, a cada ano), com a característica de carregarem cargas elétricas positivas. O pára-raios da escola obedeceu a norma NBR 5419, da ABNT, orientando que os pára-raios devem ser instalados (no caso) verticalmente no ponto mais alto do telhado, para receber a descarga elétrica, conduzindo-a à terra.

A escola esteiense tem um excelente sistema externo de proteção contra descarga atmosférica convencional, destinado a proteger as pessoas e a estrutura física do prédio contra os efeitos das descargas atmosféricas, mas faz muitos meses que ele, o pára-raios, está lá, inativo caído e inclinado sobre o telhado.

Enquanto o pára-raios da escola não receber manutenção, os raios poderão atingir as pessoas durante o período de aula, direta ou indiretamente. Mesmo que a chance de uma pessoa ser atingida diretamente por um raio é algo em torno de um para um milhão, mas existe, mas a maioria das mortes e ferimentos não acontece devido à incidência direta de um raio, na verdade, são efeitos indiretos associados à proximidade do raio ou por efeitos secundários.